Lifeline

Uma montanha-russa, que descreve assim como uma mera batida

nossa condição psicologica, espiritual e física.

O mais incrível é o modo como o tempo passa,

e como rapidamente uma subida pode descer.

Como nada e tudo,

uma antítese meritosa.

Vem em mente palavras de Marcelo Camelo,

como fechar a mão pro que há de vir,

por medo de se perder o que não tem.

A medida que vou vendo,

caminhando,

Vejo as pétalas da flor que eu dobrei desfeitas…

O vitimismo é nulo.

O modernismo é nulo.

A medida certa não existe.

Mas me recuso a fechar isto assim.

Ao alento,

deixando livremente o futuro de Lispector me tocar e me abraçar.

O crescer passa.

O descer tambem.

Somos uma terra esperando ser planificada pelo Tietê.

Mas, eu quero.

Eu quero.

Ou seria essa sobre minha pessoa?

Horas depois, e eu ainda atento em ver.

Alguma coisa.

Nada.

A lua ainda está por trás das núvens e tenta me alcançar.

Pra quê?

A mente e a pessoa de modo separado,

unidas por um só traço remoto,

instinto.

Minto.

Você.

Seria essa a ligação?

Você?

Eu não sei mais. Só sei que talvez… talvez…

seja você.

Uma vulnerabilidade a qual eu não estou disposto a expor.

Pedro/Unkz.

É estranha a psicodelia das pessoas

De pessoas.

Ser uma pessoa.

Um momento sobe, noutro desce.

Cá estava eu pensando numa que dorme e acorda adoecida,

noutro vejo uma que pensa em pescar camarões no ralo.

A cidade de rapida mudança,

de produção de cultura rapida,

progressiva e aglomerada.

Sinto uma impressão… uma feita sobre minha mente.

“Ce ne sont pas me gestes que j’ecris, c’est moi, c’est mon essence” – Montaigne

Hoje, eu passei por uma crise.

Não foi uma qualquer.

Foi a crise do ser.

Quem?

Eu não respondi a pergunta feita há 12 anos.

E tolo… como fui tolo de achar que podia conformar que não iria conseguir responder.

Agora, ela volta pra mim.

Volta… e de modo agressivo.

Furtou a minha mente.

Furtou o meu eu.

Se bem que… já não vem sendo eu faz um bom tempo.

Agora mais que nunca, entendo que o Unkz é benéfico e maléfico pra mim.

Mas.. eu não posso viver ele.

Olha só o que aconteceu quando fiz isso.

 

A todos que ainda lêem esse espaço que era nosso,

peço desculpas por não ter sido verdadeiro.

E… que continue a luta.

Pra achar o ser, a realidade, e a nossa terra tão prometida.

E eu te amo Dora.

Pedro/Unkz.

Been a while.

Sup guys.

I hardly believe that you still read this blog. But it for sure have memories.

I practically spent my high school years with you guys. In a way, we kind of grew up with each other.

But now we’ve grown.

I remember talking about the days where we would finally drift away from each other because it was so easy. All we had to do was let the internet go.

And, it happened. Hah.

Let’s not be negative, though. We have memories.

Now it’s time to let go.

I’ve finally grown up and matured.

I found myself through the Polynesian culture. I don’t need to be confused about who I am or what I want to do with myself anymore.

I also found who my true friends were. You guys were definitely a big part of my high school days, however, since college, I finally found friends in the real world. Relationships closer you can ever imagine.

I hope that you guys are doing well right now. I know I am. Haha.

Trust me, letting go isn’t always bad. But I can’t say I don’t miss you guys.

Malama pono, guys.

Me ke aloha pumehana.

Simples, porém tão proximo do inatingivel.

Ultimamente tudo o que venho postando aqui é mero reflexo de minha consciência e como ela avalia o mundo, por si mesma e pela vista de outros.

Hoje atinjo um marco muito peculiar, e determinante da vida.

Simplesmente descubro a existência de algo que em mim está e que em muitos outros se vê ausente.

Nutro em mim a criança reclusa, aquela que nunca viu sob si a luz do sol quando devia.

Uma pessoa que nunca tivera a chance de viver, e que desajustadamente faz isso durante meus 18 anos de vida.

Não vejo um problema em sua presença, eu notei que ela esteve ai desde muito tempo e que compartilho de inumeras aventuras devido a mesma. Não fosse ela, nunca teria atingido o estado atual de paz interna. Um que é estável, e permite a nós, ver o mundo sempre por uma diferente perspectiva, mantendo com si, a grossa pele que protege o psicológico de um adulto.

Empatia, infância, esperança, e solitude.

Posso estar só a maior parte do dia, já me senti infinitamente solitário durante anos, mas isto passou.

A solidão só é solitaria quando deixa de ser agradável.

A minha nunca fora.

Shift your consciousness, it’s time to heed such words.

Pedro/Unkz.