Uma montanha-russa, que descreve assim como uma mera batida
nossa condição psicologica, espiritual e física.
O mais incrível é o modo como o tempo passa,
e como rapidamente uma subida pode descer.
Como nada e tudo,
uma antítese meritosa.
Vem em mente palavras de Marcelo Camelo,
como fechar a mão pro que há de vir,
por medo de se perder o que não tem.
A medida que vou vendo,
caminhando,
Vejo as pétalas da flor que eu dobrei desfeitas…
O vitimismo é nulo.
O modernismo é nulo.
A medida certa não existe.
Mas me recuso a fechar isto assim.
Ao alento,
deixando livremente o futuro de Lispector me tocar e me abraçar.
O crescer passa.
O descer tambem.
Somos uma terra esperando ser planificada pelo Tietê.
Mas, eu quero.
Eu quero.