A vida bate em minha porta.

E me vejo só.

Novamente só.

Não como antes, mas sinto essa falta agora.

Falta alguém com quem consiga falar de igual pra igual,

alguém com quem consiga mostrar o bordô.

O bordo se mostra a todos,

mas não mostro tudo ainda.

Será que ele se mostra mesmo,

ou mostra tudo?

Nada sei, sei que pouco sei.

E ela menos ainda?

Estranho e lamento.

O tom não passará daquilo.

E que o ataque ao violino,

seja o mais sensível,

dentro de nosso alcance.

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