A fragilidade de escolhas.

Quais os parâmetros de uma nova direção?

Como decidir com o seguir em frente,
sem sentido e sem um caminho?

Divido-me em dois, três, cinco, oito, treze, vinte e um, infinitamente

e encontro faces que não tem certeza daquilo.

Reza a questão, existe perfeição?

Ou é só um mito de nossas cabeças

que procuram o perfeito e o puro

quando estes se dividem e se expandem

na mesma velocidade que o meu ser?

É inutil. E vulgar. E prepotente.

E ingenuo. Nada é perfeito.

Tudo pode ser relativista,

mas como esse nosso mundo se expande

ao todos os outros?

Pedro/Unkz

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